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Cód: 287407 MS: 1097400920059

Ablok Plus 25/12,5mg Com 30 Comprimidos

Princípio Ativo

Atenolol+Clortalidona

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Ablok plus

Atenolol + Clortalidona

Uso adulto

Forma farmacêutica e apresentações - Comprimido 50 mg + 12,5 mg: Caixa com 30 comprimidos. Comprimidos 100 mg + 25 mg: Caixa com 30 comprimidos.

Composição - Cada comprimido de 50 mg + 12,5 mg contém: Atenolol 50 mg; Clortalidona 12,5 mg. Excipientes: Amido, crospovidona, celulose microcristalina, laurilsulfato de sódio, estearato de magnésio e dióxido de silício coloidal. Cada comprimido de 100 mg + 25 mg contém: Atenolol 100 mg; Clortalidona 25 mg. Excipientes: Amido, crospovidona, celulose microcristalina, laurilsulfato de sódio, estearato de magnésio, dióxido de silício coloidal e óxido de ferro amarelo.

Informações técnicas

Características - O atenolol é um betabloqueador cardiosseletivo beta-1, agindo por inibição do efeito estimulador das catecolaminas sobre o coração, levando esse efeito à diminuição da freqüência de contração e do débito cardíaco. Esta inibição se dá ao nível dos receptores beta-adrenérgicos, localizados no coração, vasos e brônquios. Não existe atividade agonista parcial (atividade simpaticomimética intrínseca), nem atividade estabilizadora da membrana. Como os demais betabloqueadores, seu mecanismo de ação anti-hipertensivo não é claro. Reduz a pressão arterial tanto na posição supina quanto ortostática, bem como os aumentos de pressão arterial decorrentes da tensão mental. Após administração oral, o atenolol é parcialmente absorvido (biodisponibilidade em cerca de 50%), atingindo concentrações plasmáticas máximas em cerca de 2-4 horas. Apenas 10% da quantidade absorvida são metabolizados no fígado e cerca de 90% alcançam a circulação sistêmica sob a forma inalterada. Sua meia-vida plasmática é de cerca de 6 horas em indivíduos normais. Apresenta uma baixa taxa de ligação às proteínas plasmáticas (3%) e sua excreção é essencialmente renal. A clortalidona age primeiramente na porção proximal do túbulo contornado distal, inibindo a reabsorção do cloreto de sódio (antagonizando o co-transporte de íons sódio e cloreto) e promovendo a reabsorção de íons de cálcio (através de mecanismo ainda não elucidado). Inicialmente a diurese induzida pela clortalidona conduz à diminuição do volume plasmático, débito cardíaco e pressão sangüínea. Em indivíduos hipertensos o sistema renina-angiotensina-aldosterona é ativado. Em indivíduos hipertensos a clortalidona reduz suavemente a pressão sangüínea, e a administração contínua mantém o efeito hipotensivo, provavelmente devido à redução da resistência periférica, o débito cardíaco retorna a valores de pré-tratamento, o volume plasmático permanece um pouco reduzido e a atividade da renina plasmática pode ser elevada. É bem absorvida por via oral e, após administração de 50 mg, a biodisponibilidade é de 64% e os picos de concentração sangüínea são obtidos após 8-12 horas. Apresenta uma meia-vida de eliminação inalterada após administração crônica. No sangue, somente uma pequena fração da clortalidona está livre, devido ao acúmulo nos eritrócitos e ligação às proteínas plasmáticas (76% principalmente ligados à albumina). A clortalidona cruza a barreira placentária e passa para o leite materno. Sua meia-vida média de eliminação é de cerca de 5 horas e a maior parte de uma dose absorvida é excretada pelos rins. O metabolismo e a excreção hepática para a bile constitui uma via de eliminação menor. Dentro de 120 horas, cerca de 70% da dose são excretados na urina e nas fezes, principalmente sob a forma inalterada.

Indicações - No tratamento da hipertensão arterial. A combinação de baixas doses eficazes de um betabloqueador e um diurético nos comprimidos de 50 mg pode ser adequada para pacientes mais idosos, nos quais doses totais de ambas as doses sejam consideradas inadequadas.

Contra-indicações - O produto é contra-indicado na presença de bloqueio cardíaco de segundo e terceiro graus, pacientes sob choque cardiogênico, pacientes com antecedentes de hipersensibilidade à clortalidona e/ou atenolol. Na gravidez e na lactação.

Precauções e advertências - Gerais: Devem-se tomar cuidados especiais em pacientes com insuficiência cardíaca descompensada. As drogas betabloqueadoras devem ser evitadas na insuficiência cardíaca manifesta. Entretanto, elas podem ser usadas em pacientes cujos sinais de insuficiência tenham sido controlados. Uma das ações farmacológicas dos betabloqueadores é reduzir a freqüência cardíaca. Nos raros casos em que os sintomas possam ser atribuídos à baixa freqüência cardíaca, a dose deve ser reduzida. O atenolol como droga betabloqueadora cardiosseletiva deve ser usado com cuidado em pacientes com doença crônica obstrutiva das vias respiratórias. Entretanto, ocasionalmente pode ocorrer certo aumento na resistência das vias respiratórias em pacientes asmáticos. Normalmente, isso pode ser revertido por doses comumente usadas de broncodilatadores, tais como o salbutamol ou a isoprenalina. Como ocorre com outros betabloqueadores, o tratamento não deve ser descontinuado abruptamente em pacientes que sofrem de doença cardioisquêmica. Assim como ocorre com as combinações de betabloqueadores com diuréticos, podem, haver alterações do potássio sérico. Os níveis de potássio devem ser avaliados, especialmente em pacientes mais idosos, naqueles que estejam recebendo preparações digitálicas para insuficiência cardíaca, pacientes em dieta especial com baixo teor de potássio ou que apresentem distúrbios gastrointestinais. Os diuréticos podem causar hiperuricemia. O uso do produto é geralmente associado a aumentos de menor importância no ácido úrico sérico. Nos casos de elevação prolongada, o uso concomitante de agente uricosúrico reverterá a hiperuricemia. É necessário tomar cuidado ao se administrar o produto a pacientes com conhecida predisposição a diabetes, pois ABLOK PLUSÒ pode mascarar os sinais e sintomas da hipoglicemia ou causar um aumento na concentração da glicose sangüínea. O uso do produto pode agravar os distúrbios de circulação periférica arterial. Os pacientes com uma história de reação anafiláctica contra vários alérgenos podem não responder às doses usuais de adrenalina utilizadas no tratamento de tais reações. Gravidez: Os betabloqueadores podem causar hipoglicemia, depressão respiratória, bradicardia e hipotensão e os diuréticos causam icterícia, trombocitopenia e hipocalemia em crianças, portanto, não se deve administrar ABLOK PLUSÒ em mulheres durante a gravidez. Lactação: ABLOK PLUSÒ é excretado no leite materno, portanto, não é recomendado em mulheres que estão amamentando. Pediatria: Não há experiência pediátrica com o produto, portanto, não é recomendado seu uso em crianças. Geriatria (idosos): Em pacientes idosos, há um aumento na sensibilidade aos efeitos causados pelos betabloqueadores, potencializando o risco de indução de hipotermia. Pacientes idosos podem requerer doses menores, devido à função renal diminuída. Insuficiência renal: Uma vez que o produto contém clortalidona, deve-se tomar cuidado com pacientes com insuficiência renal grave, pois pode ser necessária uma redução na dose diária ou na freqüência de administração das doses.

Reações adversas - As reações adversas associadas ao uso de ABLOK PLUSÒ são infreqüentes e geralmente discretas. Incluem: extremidades frias, fadiga, distúrbios gastrointestinais e, em casos isolados, bradicardia. Ocasionalmente, podem ocorrer dores de cabeça, alterações de humor, vertigens e piora da insuficiência cardíaca. Raramente, foram relatados distúrbios do sono observados com outros betabloqueadores, assim como, alopecia, púrpura, trombocitopenia, reações cutâneas semelhantes a psoríase, exacerbação de bloqueio cardíaco em pacientes sensíveis. Houve relatos de rash cutâneo e/ou olhos secos associados ao uso de drogas betabloqueadoras. A incidência relatada é pequena e, na maioria dos casos, os sintomas desaparecem quando o tratamento é descontinuado. A suspensão da droga deve ser considerada se qualquer reação não for explicável por outras causas. Náuseas e tontura foram ocasionalmente relatadas com o uso da clortalidona, e reações idiossincráticas à droga, tais como trombocitopenia e leucopenia, raramente ocorrem.

Posologia - Adultos: 1 comprimido de 50 mg ou de 100 mg ao dia, de acordo com a resposta clínica. A maioria dos pacientes com hipertensão apresentará uma resposta satisfatória com a dose diária de 100 mg. Há pouca ou nenhuma queda adicional na pressão arterial com o aumento da dose e, quando necessário, pode-se adicionar outra droga anti-hipertensiva, tal como um vasodilatador. Pacientes idosos: 1 comprimido de 50 mg é suficiente na maioria dos pacientes idosos com hipertensão arterial, principalmente naqueles que não respondem ao tratamento com baixas doses de apenas um componente. Nos casos em que o controle da hipertensão não for alcançado, a adição de uma pequena dose de um terceiro agente, como um vasodilatador pode ser adequada. Crianças: Não há experiência pediátrica com o produto, portanto, não é recomendado seu uso em crianças. Insuficiência renal: Em pacientes com insuficiência renal grave, pode ser necessária uma redução na dose diária ou na freqüência de administração das doses.

Registro no M.S. 1.0974.0092.

BIOLAB/SANUS Farmacêutica Ltda.