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Cód: 001244 MS: 1705600200044

Aspirina 500mg Adulto Com 10 Comprimidos

Princípio Ativo

Ácido Acetilsalicílico

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Não use este medicamento em caso de gravidez, gastrite ou úlcera do estômago e suspeita de dengue ou catapora.
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ASPIRINA 500MG ADULTO COM 10 COMPRIMIDOS É UM MEDICAMENTO, SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÉUTICO. LEIA A BULA.

NÃO USE ESTE MEDICAMENTO EM CASO DE GRAVIDEZ, GASTRITE OU ÚLCERA DO ESTÔMAGO E SUSPEITA DE DENGUE OU CATAPORA.

Bula

ASPIRINA®

ÁCIDO ACETILSALICÍLICO

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO

Aspirina® é apresentada na forma de comprimidos com 500 mg de ácido acetilsalicílico em embalagens de 20, 200 e 240 comprimidos.

USO ADULTO E MENORES ACIMA DE 12 ANOS

COMPOSIÇÃO

Cada comprimido contém 500 mg de ácido acetilsalicílico.

Componentes inertes: amido e celulose.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

Este medicamento é indicado para dores moderadas e febre.

Conservar em local fresco, protegido da umidade.

O prazo de validade é de 2 anos e quando administrado após o seu vencimento, não produz o efeito desejado, não devendo ser consumido nesta circunstância.

Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término assim como se está amamentando. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Informe ao médico caso ocorram, durante o tratamento, reações desagradáveis como náuseas, vômitos e azia. Quando administrado em doses superiores às recomendadas pode provocar tontura e zumbido.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Evite a ingestão concomitante com álcool e drogas como acetazolamida, corticosteróides, anticoagulantes orais, heparina, hipoglicemiantes, metotrexato e probenecida. Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes ou durante o tratamento

Não tome este medicamento em casos de alergia ao ácido acetilsalicílico, asma, problemas de estômago, úlceras ou problemas de hemorragia, salvo sob orientação médica.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Como éster do ácido salicílico, o ácido acetilsalicílico é uma substância com propriedades analgésica, antipirética e antiinflamatória. Como mecanismo de ação, promove a inibição da enzima cicloxigenase e, portanto, a inibição da produção de prostaglandinas E2 e I2 e do tromboxano A2.

É convertido em seu principal metabólito, ácido salicílico, durante e após absorção. O metabolismo é limitado pela capacidade de enzimas hepáticas. A ligação às proteínas plasmáticas é dose-dependente (de 66% a 98% de ácido salicílico).

Após altas doses, é detectável nos líquidos céfalorraquiano e sinovial. O ácido salicílico atravessa a barreira placentária e é excretado no leite. Sua meia-vida de eliminação é dose-dependente (2 a 3 horas para baixas doses e 12 horas para doses analgésicas). O ácido acetilsalicílico e seus metabólitos são excretados, principalmente, via renal.

INDICAÇÕES

Analgésico e antitérmico.

CONTRA-INDICAÇÕES

Conhecida hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico, a outros salicilatos ou a qualquer componente da fórmula. Na presença de diátese hemorrágica, de úlcera gastroduodenal, nos três últimos meses de gravidez.

PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS

Somente após rigorosa avaliação médica dos riscos e benefícios no uso de ácido acetilsalicílico, este poderá ser utilizado nas seguintes condições: primeiro e segundo trimestres de gravidez; durante a amamentação; hipersensibilidade a antiinflamatórios/anti-reumáticos e a outros alérgenos; no uso concomitante com anticoagulantes (ex. derivados cumarínicos ou heparina - exceto terapia com baixas doses de heparina); na presença de lesões hepáticas ou renais graves; pacientes com antecedentes de doença gastrintestinal.

O tratamento com o ácido acetilsalicílico deve ser interrompido, pelo menos, uma semana antes de cirurgias, devido ao aumento do tempo de sangramento.

Em crianças e adolescentes com doenças febris, considerar cuidadosamente a relação risco-benefício, dada a possibilidade de Síndrome de Reye.

Pacientes com asma brônquica, bronquite asmática crônica, febre do feno ou edema da mucosa nasal (pólipos nasais) podem vir a apresentar crise asmática, edema localizado da pele ou mucosa (edema de Quincke) ou urticária, quando em contato com analgésicos/antiinflamatórios não esteróides.

Evite tomar com álcool.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Os efeitos dos seguintes medicamentos são intensificados: anticoagulantes; corticosteróides (risco de hemorragia gastrintestinal); antiinflamatórios não esteróides; sulfoniluréias; metotrexato; digoxina, barbitúricos e lítio (concentração plasmática); sulfonamidas e suas associações; ácido valpróico.

Os efeitos dos seguintes medicamentos são reduzidos: antagonistas da aldosterona (ex.: espironolactona) e diuréticos de alça; anti-hipertensivos; uricosúricos.

Até em baixas doses, o ácido acetilsalicílico reduz a excreção de ácido úrico. Isto pode gerar crise de gota em pacientes que já apresentem tendência à excreção reduzida de ácido úrico.

REAÇÕES ADVERSAS

Podem ocorrer, ocasionalmente, distúrbios gastrintestinais como náuseas, diarréia, vômitos e leve perda de sangue gastrintestinal que, em casos excepcionais, pode causar anemia. Úlcera gastrintestinal pode ocorrer ocasionalmente e, em alguns casos, com hemorragia e perfuração.

Casos raros de reação de hipersensibilidade como dispnéia e erupções cutâneas podem ocorrer.

Casos isolados de alteração da função hepática (aumento das transaminases) e renal, hipoglicemia e reações graves de pele estão descritos.

Tontura e zumbido podem ocorrer como sintomas de superdose, principalmente em crianças e idosos.

POSOLOGIA E MODO DE ADMINISTRAÇÃO

Adultos: 1 a 2 comprimidos a cada 4 a 8 horas não excedendo 8 comprimidos por dia.

A partir de 12 anos: 1 comprimido; se necessário, até 3 vezes ao dia a cada 4 a 8 horas.

Tomar preferencialmente após as refeições.

SUPERDOSE

Em caso de superdose acidental, procure imediatamente um médico ou um Centro de Intoxicações, mesmo na ausência de sinais ou sintomas.

Enquanto a intoxicação aguda provoca alterações graves do equilíbrio ácido-básico, a intoxicação crônica causa alterações predominantemente do sistema nervoso central (salicilismo).

Além do distúrbio do equilíbrio ácido-básico e eletrolítico (perda de potássio), hipoglicemia, erupções da pele e hemorragia gastrintestinal, os sintomas podem incluir hiperventilação, zumbido, náuseas, vômitos, distúrbios visuais e auditivos, cefaléia, tontura e confusão.

Na intoxicação grave, podem ocorrer delírio, tremor, dispnéia, sudorese, hipertermia e coma.

O tratamento da intoxicação com ácido acetilsalicílico depende da extensão, do estágio e dos sintomas clínicos do quadro. Recomendam-se medidas usuais para reduzir a absorção do princípio ativo, acelerar a excreção e monitorar o balanço hídrico e eletrolítico, normalizar a temperatura e a atividade respiratória.

MS-1.0429.0002

Farm. Resp.: Shidue Ishitani CRF-SP 5683

Fabricado segundo fórmula original de Bayer AG, Alemanha por Bayer S.A.

Rua Domingos Jorge, 1000 - São Paulo, SP

CNPJ 33.018.748/0001-70 - Indústria Brasileira

VENDA SEM PRESCRIÇÃO MÉDICA

Serviço de Atendimento ao Consumidor - 0800-121010

Nº do lote, validade e data de fabricação: vide cartucho.