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Cód: 023752 MS: 1161801010059

Xylocaína 20mg (2%) Geléia Com 30g

Princípio Ativo

Cloridrato de Lidocaína

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XYLOCAÍNA GELÉIA 2%

Cloridrato de lidocaína, Metilcelulose

(ASTRA Química e Farmacêutica Ltda)

Uso adulto e pediátrico

Forma farmacêutica e apresentação — Geléia 2%. Bisnaga de 30 g.

Composição — Cada 5 g contém: Cloridrato de lidocaína 100 mg; Metilcelulose 115 mg.

Indicações — Na anestesia e lubrificação de superfícies da uretra masculina e feminina durante citoscopia, cateterização, exploração por sondas e outros procedimentos endouretrais. No tratamento sintomático da dor, relacionada a cistite e uretrite.

Propriedades — XYLOCAÍNA GELÉIA 2% promove anestesia rápida e profunda da mucosa e lubrificação. É uma base hidrossolúvel, caracterizada pela alta viscosidade e baixa tensão superficial, que proporciona contato íntimo e prolongado do anestésico com o tecido, produzindo anestesia eficiente de longa duração (aproximadamente 20-30 minutos). Geralmente o início de ação é rápido (dentro de 5 min, dependendo da área de aplicação). O princípio ativo da XYLOCAÍNA GELÉIA é a lidocaína, que estabiliza a membrana neuronal e inibe o início e a condução dos impulsos nervosos, produzindo assim, a ação anestésica. A lidocaína é absorvida pela mucosa e a absorção ocorre mais rapidamente após administração intratraqueal. As concentrações plasmáticas da lidocaína após uso de doses de até 800 mg na uretra estão abaixo dos níveis tóxicos. O seu metabolismo é hepático, e tanto seus metabólitos como a droga inalterada, são eliminados pelos rins.

Contra-indicações — Hipersensibilidade aos anestésicos locais do tipo amida ou aos outros componentes da fórmula.

Uso durante a gravidez e lactação — A lidocaína atravessa a barreira placentária e pode penetrar nos tecidos fetais. É razoável assumir que a lidocaína tem sido administrada a um grande número de mulheres grávidas ou que possam vir a engravidar. Não têm sido relatados distúrbios específicos no processo de reprodução, tais como aumento da incidência de malformações ou outros efeitos nocivos diretos ou indiretos no feto. A lidocaína é excretada pelo leite materno, porém em pequenas quantidades, de tal modo que geralmente, não apresenta riscos de afetar a criança quando utilizada nas doses terapêuticas. Como para qualquer outra droga, a lidocaína somente deve ser usada durante a gravidez ou lactação se, a critério médico, os benefícios potenciais superarem os possíveis riscos.

Precauções e advertências — A absorção através de lesões da pele e mucosas é relativamente alta, principalmente na árvore brônquica. Portanto, deve ser usada com cuidado em pacientes com pele traumatizada e/ou infecção no local da aplicação. Deve ser usado com cautela em pacientes com epilepsia, distúrbio na condução cardíaca, bradicardia, insuficiência hepática e choque grave, se a dose ou local de administração propiciarem níveis sangüíneos elevados. Quando utilizada como lubrificante do tubo endotraqueal, deve-se ter cuidado para evitar a introdução da geléia na luz do tubo, pois a mesma poderá secar na sua superfície interna, deixando um resíduo que tende a se acumular, estreitando a luz do tubo. Existem raros relatos de oclusão por esses resíduos.

Reações adversas — São extremamente raros os casos de reações alérgicas associadas a anestésicos locais do tipo amida (nos casos mais graves, choque anafilático). As reações adversas sistêmicas são raras e podem resultar de níveis plasmáticos elevados devido a dosagem excessiva, rápida absorção, hipersensibilidade, idiossincrasia ou reduzida tolerância do paciente. As reações do SNC incluem: nervosismo, tontura, convulsões, inconsciência e, possivelmente, parada respiratória. As reações cardiovasculares incluem: hipotensão, depressão miocárdica, bradicardia e, possivelmente, parada cardíaca.

Interações medicamentosas — A lidocaína deve ser usada com cuidado em pacientes tratados com antiarrítmicos, como a tocainida, pois os efeitos tóxicos são aditivos.

Posologia e modo de usar — Como com qualquer anestésico local, as reações e complicações são evitadas utilizando-se a menor dose eficaz. Nos pacientes debilitados, nos idosos e nas crianças, a dose deverá se adequar à idade e às condições físicas dos mesmos. Como a geléia é estéril, deve ser utilizada apenas uma vez. Uretra masculina: A geléia deve ser instilada lentamente até que o paciente tenha a sensação de tensão ou até ter usado metade do conteúdo do tubo. Aplica-se, então, uma pinça peniana por alguns minutos. A anestesia é suficiente para cateterismos. Quando a anestesia é especialmente importante, por exemplo, durante sondagem ou citoscopia, pode-se instilar o restante da geléia, pedindo ao paciente que se esforce como se fosse urinar. A geléia passará à uretra posterior. Aplica-se uma pinça peniana e espera-se por 5-10 minutos. Um pouco de geléia pode ser aplicada na sonda ou no citoscópio, servindo como lubrificante. Uretra feminina: Instilar 3-5 g da geléia. Para obter-se a anestesia adequada, deve-se aguardar alguns minutos para realizar o exame.

Superdosagem — O tratamento dos pacientes com manifestações tóxicas consiste em assegurar adequada ventilação e controlar as convulsões. A ventilação deve ser mantida com oxigênio através de respiração assistida ou controlada. Se ocorrerem convulsões, estas devem ser rapidamente tratadas pela administração intravenosa de 50-100 mg de succinilcolina e/ou 5-15 mg de diazepam. Como a succinilcolina causa depressão respiratória, só deve ser usada se o médico for capaz de realizar intubação endotraqueal e controlar um paciente totalmente paralisado. A tiopentona (100-200 mg) também pode ser usada para cessar as convulsões. Se ocorrer fibrilação ventricular ou parada cardíaca, deve-se realizar manobras efetivas de reanimação. Deve-se administrar epinefrina em doses repetidas e bicarbonato de sódio, o mais rápido possível.

Conservar em lugar fresco e ao abrigo da luz.

Não use medicamento com prazo de validade vencido.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Uso exclusivo hospitalar e/ou profissional.